Às vezes acho que sou capaz outras penso que falta tudo mas não falta nada porque não há nada que possas escrever que não coubesse nas nossas peles se fossem felizes. Eu amo-te porque ainda penso em nós numa inevitabilidade de momentos sobre momentos tão fugazes que esperava que não tivessem fim. Deste pouco, agora nada dás, e sei como sempre soube a guerra que tinha de travar com um vulto cadáver dentro de ti. Vejo-te ao longe nas tuas sombras, agora, forte e serena, decidida e confiante. Estás tão perto e tão longe. Tão concentrada e tão perdida mas eu aceitava-te assim para ser sempre o teu porto seguro, o teu farol a iluminar-te o caminho para a vida. Porque não te entregaste a este corpo que era teu? Porque não me deste a tua alma se a minha te pertence?
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1 comentario:
Ah o AMOR o eterno motor desvairado das nossas vidas.
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